agosto 21, 2014

MISSÕES E VITÓRIAS.

Fazer missões é mostrar ao mundo que Jesus Cristo existe e é real, a ponto de me motivar a ir por toda mundo e pregar o Evangelho a toda criatura, a todo ser humano criado por Deus para glorificá-lo e viver desfrutando disso por toda eternidade. Fazer missões é mostrar ao mundo que Deus não se esqueceu de nada em sua criação, principalmente daqueles a quem ele ama. Fazer missões é mais que missiológica, mais que saber todas as teorias sobre como se relacionar transculturalmente, sobre como ser desapegado dos seus e de suas coisas para viver numa outra cultura.

Fazer missões é ouvir a voz motivadora do Senhor nos enviando e obedecê-la com toda nossa força, empenho e  amor por aqueles a quem o Senhor Deus ama. É ser abençoador de todos aqueles que o Senhor deseja abençoar. Portanto, ser instrumento divino na promoção do Evangelho de Jesus Cristo. Instrumento este que Deus usa para um fim principal que significa o estabelecimento de Seu reino santíssimo sobre a terra pós Cristo Jesus.

Se observarmos os exemplos dos missionários que viveram em tempos passados veremos que foram homens e mulheres que doaram suas vidas, dons e talentos para Deus antes de saírem de suas terras e de suas parentelas. Desde o princípio foram desapegados e ocupados com as coisas de Deus. É muito interessante ver que muitos deles, outros nem tanto descansaram totalmente no Senhor. Mas, foram homens e mulheres que se doaram à obra de levar por todo o mundo, a toda criatura as boas novas do reino de Deus.

Para que tudo isso seja verdade, necessário se faz que a fé seja um estimulante básico na vida. Somos missionários ou somos campo missionário, pois não é somente ir. Mas, também contribuir financeiramente com aquele que vai, que sai. Ainda, se faz necessário curvarmo-nos em oração para a sustentação daquele que vai e daquele que recebe, tanto o missionário, quanto a mensagem que ele leva. Missões é transformada em vitória quando ouvimos Jesus nos falar como falou aos setenta enviados, que empolgados voltaram de sua missão falando sobre a submissão dos demônios ante o nome de Jesus Cristo pregado, sua resposta foi "Eu via Satanás como raio, cair do céu" (Lucas 10.17-18). Crer em Deus é viver a certeza expectante de que tudo que foi prometido se cumprirá e caminhar com a convicção de que mesmo não visualizando podemos andar altaneiramente pois Deus está conosco em toda e qualquer situação. Portanto, acreditar em Deus é a base de nossa missão, e falar do Deus em quem acreditamos é a tarefa de mostrar essa fé.

Você é de Deus? Então não deixe de fazer missões, não deixe de falar acerca de Jesus Cristo para seu próximo. Não deixe de abrir os lábios para louvar e glorificar aquele a quem você crê. Fazer missões é tarefa da igreja, só que a igreja sou eu e você. A igreja de Jesus é a Assembleia dos Santos, a Reunião dos Crentes e não o local em que estes se reúnem. Cônscios disso, nossa tarefa é ir pregar o Evangelho a toda criatura por todo o mundo. Assim, saia a gestar e gerar mais uma vida para o reino. Você é enviado apostolar do Senhor, fale e não se cale, cumpra a sua missão meu irmão e irmã. Traga visitante quando se reunir com os irmãos para adorar, mostre o quando você ama a Jesus Cristo mostrando-O para todos aqueles que estão ao seu lado.

Faça missões e seja um instrumento da vitória do reino: Indo! Orando! Contribuindo! Seja um verdadeiro missionário e frutifique onde estiver plantado. SDG!

(Rev. Maurício Ferreira)

agosto 20, 2014

POLÍTICA.

Estamos nos dias da campanha política, e ficamos abismados com a forma como as pessoas lidam com os eventos destes dias. São dias falaciosos, fantasiosos, sofismáticos e sem sentido para quem sabe o que deseja e para onde deseja que seu país, estado ou município siga.

A vida é feita de surpresas e desilusões. 

Surpreende-nos ver cristãos achando que irão mudar o mundo se fizerem campanhas para este ou aquele candidato. Surpreende-nos ver cristãos vestindo a camisa de um ou outro candidato sem ao menos saber se o mesmo tem uma reputação confiável. Surpreende-nos ver mentiras proferidas por gente que jamis pensávamos que sairia de forma tão natural um mentira de seus lábios.


Mas, ao mesmo tempo desilude-nos ver que por mais que se saiba não haver um modo as pessoas ficam "apaixonadas", "iludidas", "Envolvidas" ou mesmo conscientemente ludibriadas elas fecham seus olhos para a verdade e seguem um formato de vida nos tempos de eleição totalmente diverso do que sempre viveram. Desilude-nos ver cristão vendendo seu "impagável" voto por ninharias e mesquinharias que lhe oferecem, sem nem mesmo saber se irão ou não receber o cumprimento da promessa. Desilude-nos ver crentes como um rebanho irracional, fazendo a vontade de outrem, unicamente por ser seu líder eclesiástico ou profissional.

Assim, ante tantas surpresas e desilusões vamos caminhando nestes dias, tentando conscientizar o brasileiro da necessidade de se votar consciente, de votar com autonomia, de se votar como cidadão e não como "um admirável gado novo". Tentado levar as pessoas a pensarem que seu voto faz diferença para o seu país, seu estado e sua cidade, mas que não precisa fazer diferença particularmente para si próprio. A Bíblia diz que devemos procurar a paz da cidade em que estamos, que devemos orar por ela ao Senhor; porque NA SUA PAZ NÓS TEREMOS PAZ (Jeremias 29.7).

Portanto, meu preclaro, conclamo a você que pense bem, e tome a atitude de ser um cidadão com a reputação acima de qualquer suspeita. Com isso quero dizer: primeiro seja um cidadão, alguém que sabe de seus direitos mas igualmente de seus deveres para com o seu torrão, seja ele natal ou não, o lugar em que se estabeleceu, e assim cumpra o seu dever de minimamente saber o que deseja de melhor para esta terra. Segundo, com boa reputação é quem sabe quem é por causa do retorno positivo que recebe ante seus planos onde ele vive e fora de seu recanto. 


Isto posto, quero chamar sua atenção para o fato de que você meu caríssimo leitor é uma pessoa, criada com racionalidade, consequente, e consciente. Não deixe que ninguém ou nada lhe tire esta bênção divina. Deus te criou assim, seja o que Ele espera de você nestes dias de campanha e no dia "D" de nosso pleito eleitoral. Não se iluda, não seja enganado, não deixe que outros façam o que é responsabilidade sua, exclusivamente sua, e vote consciente, desde já!


(Rev. Maurício Ferreira)

julho 22, 2014

LEMBRANÇAS? SONHOS? REALIDADE!

Pensar nos pequenos relances de nossa mente é tentar buscar no passado motivos para se continuar vivendo e desfrutando das coisas interessante, relevantes e agradáveis da existência. Olhar aquilo que ficou atrás no tempo, ou que ficou atrás de nós, independente do tempo  pode ajudar-nos motivando-nos ao futuro, projetando um presente interessante, ou pode nos desestimular de olhar para a frente, e a vivermos um presente como presente.

As terapias nos fazem lembrar o passado, pois olhando para trás, poderemos entender nossas neuras, conflitos, complexos e amplexos existenciais. Assim, possivelmente ou provavelmente, descobrindo as origens também chegamos ou chegaremos as possíveis curas. Olhar para trás pode ser terapeuticamente saudável, mas somente se soubermos distinguir o passado. Passado, na inteireza do termo e do sentido já nos leva para fatos consumados, acontecidos, acabados, ou que deveriam ter se acabado. Olhar para o passado, no entanto pode ser negativo, se não conseguirmos entender que o passado é uma história, verídica e consumada.

Precisamos aprender a trabalhar nossa existência com a certeza de não deixar nada não resolvido para trás. Aprendendo a viver cada dia como aquele dia, e quando nos deitarmos, o fazermos com a consciência plenamente tranquila, pois aquele dia e todos os seus males foram vencidos, mas todas as suas alegrias foram vividas igualmente. Vivemos, de fato, como se deveria ter vivido. Chegou ao fim, mais um dia e com tranquilidade consultamos nosso coração e o encontramos sossegado. Tranquilo. Saudável. Sem que crises ou conflitos tenham ficado para o próximo dia, se este vier a existir para nós.

Como fazer para que possamos deitar sossegados, ou mesmo que não, dormir sossegados? O Senhor Jesus nos ensina que devemos nos desvencilhar da ansiedade. Ansiedade de olhar para o mundo e invejá-lo; ansiedade de olhar para o próximo e desejar se ele; ansiedade de olhar para o futuro e não perceber que ele ainda não é. Ansiedade de olhar  para o passado e entender que ele já não é mais. E a ansiedade de olharmos o presente vivendo o passado ou o futuro, e deixar passar as oportunidades de vivê-lo plenamente. Assim, Jesus Cristo nos diz que devemos viver com plenitude nosso presente, conscientes que não estamos sozinhos, cônscios que a vida é vivida agora, e a cada instante que acontece de fato. Solucionando nossas neuras complexadas e caminhando certos de que cada passo deve ser dado com a força de nossa vida presente.

Jesus nos diz que quando olhamos para o lugar certo, quando olhamos para a direção correta, podemos aguardar o futuro, lembrarmo-nos do passado e vivermos plenamente o presente. Olhando o passado curativo, real e positivo vemos a cruz, que por amor carregou o nosso Senhor e Salvador, que curou plenamente as nossas enfermidades, levando-as sobre si. Olhando para o futuro podemos visualizar que jamais estaremos sozinhos, mas que futuro não nos pertence, e que a sua justiça é o próprio Deus e Senhor, assim, descansaremos, pois sabendo que “aos amados Ele dá enquanto dormem” e que “as demais coisas”, mesmo desconhecidas a nós, mas conhecida a Ele, “nos serão acrescentadas” por um amor inefável e indizível de Deus para conosco. E por fim, olhando nosso passado certos do amor divino, aguardando nosso futuro, cônscios do cuidadoso amor de Deus, podemos viver o nosso presente como o mais valioso presente do céu, depois de nossa salvação em Cristo Jesus.

Então, que desejamos? Ficar saudosissimamente olhando para o passado arrependidos de não termos vividos tudo que poderíamos ou deveríamos? Ficar olhando o futuro, sonhadoramente, uma vez que não podemos prever uma realidade que ainda não é? ou vivermos consistentemente o presente, como presente de Deus, usufruindo de cada instante, desfrutando de cada fato, buscando sempre a direção presente do Criador na pessoa do Espírito Santo e sabermos que vivemos bem cada momento, que viveremos bem tudo que virá, e que existimos e aproveitamos cada tempo nosso como o presente divino para nossas vidas de peregrinos neste mundo? Pode escolher. Mas se deseja saúde física e espiritual, viva de verdade, curado, saudável e feliz com Jesus aqui e agora, hoje. Isso basta para nós.


(Rev. Maurício Ferreira)

junho 06, 2014

TRAUMAS

Existem momentos em nossas vidas que nos traumatizam. Momentos que fazem mal e outros que fazem bem, mas sempre nos levam a traumas que nos entristecem ou encantam, que nos desmotivam ou animam. Mas, ao mesmo tempo não podemos viver sem eles, os traumas críticos e acríticos de nossa existência.

Você já percebeu  quanto de crises existem e que levam a resultados os mais variados possíveis. Quando olhamos ao nosso redor nos vemos cheios de circunstâncias existenciais que modificam nossa caminhada ou que nos ensinam como trilhar os caminhos diante de nós. Fico muito preocupado com o outro que anda junto de mim. Preocupo-me em não prejudica-lo, em não maltrata-lo em não machuca-lo. Preocupo-me em não transmitir minhas neuras e complexos para o próximo. E me preocupo em não fazer com que o outro pense mal acerca de mim. Embora tente viver sempre o meu verdadeiro caráter e não a minha reputação.

Quando penso nas crises, penso em algo que se não estiver presente em nossa existência paramos de viver. Se estiver presente, então podemos viver, ou então sofrer. Sem crise, não existe motivação para viver o dia a dia. Sem crises, sem traumas sem conflitos perdemos o referencial de existência, pois nos faltará a base que empurra, que induz ao próximo passo. Mas, ao mesmo tempo quando as crises nos assolam de forma muito profunda, muito intensa não conseguimos viver, pois esbarramos visualmente nos problemas que se apresentam enormes e perdemos o foco das soluções. Se as crises não forem tão grandiosas ou intensas nos fazem andar, nos induzem a viver de forma verdadeira e estimulante.

Enfim, somos movidos a motivações internas e externas chamadas crises. E somos também barrados por motivações que nos levam a viver de forma negativa, o que faz mal de modo tão intenso que bloqueamos nossa mente e perdemos o ânimo de continuar tentando. Imagine sua vida motivada negativamente, o que te leva a depressão, não orgânica, mas psicológica que te faz parar, bloquear, estagnar, travar. Imagine algo que tira seu fôlego, seu entusiasmo, sua força, te levando a impotência depressiva.

As crises grandes demais se transformam em traumas que nos fazem curtir desânimos, desestímulos. Mas podemos vencer isto olhando para o autor e consumador de nossa fé, simplesmente, e não olhando para o problema. Sabemos que Deus é maior que nossos problemas, uma das primeiras frases motivadoras que a SAF de minha segunda Igreja e terceiro campo me deu. Sabemos que ao invés de olharmos para os problemas críticos, devemos olhar para a cruz. Sabemos que antes de olharmos para o mundo que nos deprime e desmotiva, devemos olhar para o nosso Criador e Senhor Deus. Ele nos ama, infinitamente desde antes da criação do mundo, de tal maneira que mesmo nada merecendo, recebemos dele a graça da paz incircunstancial no coração. Deus é maior que tudo que possamos imaginar, portanto, repito maior que nossos traumas, crises, problemas, e demais fatos negativos de nossa existência. Assim, vencemo-nos a nós mesmos vivendo para, com, por e de Deus. Amém, descansemos, portanto no Senhor sempre.

(Rev. Maurício Ferreira) 

junho 05, 2014

LIBERDADE...

Interessantemente liberdade é um anelo do coração do homem. Ele tentou desvencilhar-se da submissão a Deus no Éden comendo do fruto proibido, pois, este era bom para dar entendimento, agradável aos olhos e tinha uma aparência saborosa, e ainda a promessa do tentador era que ele se tornaria um semi-deus e que a lei divina não se cumpriria. Não deu certo, o pecado o afastou do que, ele, melhor lhe poderia acontecer, foi privado da presença divina e ainda teve que conviver com a consciência do pecado e sofrer a consequência dele, a morte. Morreu!

O tempo passa. O homem continua inconsequente e apartado da vontade de Deus. Olha o Senhor e o vê totalmente fora dos padrões de justiça, amor e solidariedade, além de moralmente em petição de miséria, como dizia o grande filósofo contemporâneo e empírico (dicionário informal), meu avô Teotônio Martins, politicamente correto hoje significa “em estado deplorável”. Mas, mesmo assim, inconscientemente buscando a sua liberdade. Viver como acha que é a vida, sem Deus. Deus destrói a humanidade, preservando o mundo e o ser humano, através do único justo, e sua família, encontrado naqueles dias. Noé, ao descer da arca, já peca e consequentemente, leva seus filhos a pecar também. A humanidade preservada continua buscando liberdade sem Deus e encontrando unicamente a decepção causada pelo pecado.

Passam-se os dias e o ser humano volta a crescer, encher a terra e em sua proliferação olha ao redor e se acha livre para fazer o que bem desejar seu coração. Constrói uma torre, alta, muita alta, com a intenção de tocar os céus. Presunção, ilusão, utopias que o levam a mais uma vez desrespeitar a vontade misericordiosa do Senhor Deus. Deus apenas os confunde, de modo a não mais se entenderem e assim eles, que desejavam formar uma única sociedade soberana e divinal, não se entendem. E não se entendendo separam-se uns dos outros e formam a diversidade social e geográfica para que o mundo cumprisse justamente a vontade do Criador e Senhor.

Abraão, Israel, Isaque e muitas gerações se passam dentro do plano criativo de Deus. O homem estava apartado de Deus, mas a linhagem piedosa e frutuosa estava entre os homens. Homens de Deus no meio dos homens sem Deus, e assim caminhava a humanidade criada. Jacó compra a primogenitura de Esaú e recebe a bênção paterna. Judá se engana e engana buscando liberdade para faze segundo o seu parecer a vontade de Deus. Sofre as consequências e peca ante o Senhor com atitudes que ofenderam ao Senhor, à sua nora Tamar e a seu filho Selá. Embora tenha suscitado descendência, ele não viveu segundo a vontade de Deus. Falhou na forma, por desejar viver de acordo com seus padrões e não os de Deus.

Hoje, vivemos em um mundo onde a busca pela liberdade chega aos parâmetros que toda historia nos convoca a visualizar. Busca-se a liberdade através de desejos e políticas, na maioria das vezes utópicas. Pensa-se na liberdade através de atos puramente subversivos, que acabam sendo ações que retratam um tiro no próprio pé. Busca-se fazer com que a liberdade transpareça através de chavões muitas vezes enganosos e consequentemente enganadores, provocando ilusões nos mais crédulos. O homem tenta por todas as suas forças, e jeitos ser livre.

Esta liberdade pode ser um do outro. Outras vezes uns do outro. Ou mesmo um dos outros. Mas ela sempre será utópica, desde que procurada sem a noção do que seja realmente liberdade. Uns dizem que democracia é liberdade, através da concorrência do meio e no meio de forma a produzir mais e melhor. Outros dizem que socialismo é liberdade, através da equiparação social, não dando regalias a uns e não permitindo solaparem-se os valores em alguns. Ainda alguns falam que comunismo é que conduz a liberdade através da igualdade social conduzida por mãos fortes. 

Eu creio que a verdadeira liberdade está em compreendermos exatamente quem somos, ela é individual é pessoal e é silenciosa. Creio que se cada um do nós viver realmente de forma natural, consciente e olhando o seu próximo com respeito, tratando a todos com justiça. Aquele que vive sem pre-conceitos discriminatórios e aprisionantes. Aquele que vive seguindo e segundo o curso da vida, sem correr além do necessário. E principalmente aquele que sabe perdoar, pois a vida sem perdão é totalmente cativa de amarguras, rancores e ódios consequentes de sentimentos negativos. Enfim, quando nos liberamos dos pesos que sobrepesam sobre nossa mente e coração. Quando nos voltamos para Deus que nos criou, nos cuidou e por amor, quando chegou o tempo dEle, nos libertou através do sacrifício de Jesus Cristo, enviando-O para nos substituir na morte consequente do pecado.

Enfim, liberdade de verdade é cada um se deixar viver sob a proteção graciosa de Deus e descansar em sua justiça, misericórdia e inefável amor. Liberdade real é não se privar de viver por causa de sentimentos aprisionantes, mas viver conforme deseja seu coração plena da vontade divina e de amor ao próximo. Vamos pois, viver como se deve, e cada um vivendo assim, teremos liberdade em todas as demais esferas de nossa existência. Pensa nisto! 


(Rev. Maurício Ferreira)

maio 13, 2014

QUANDO? QUANTO? COMO? SERÁ?

Muitas vezes nos vemos enroscados em questiúnculas que nos remontam ao passado ou mesmo a um presente não muito remoto, mesmo com as questões concluídas e acabadas. Penso que sou bobo ao me envolver com isto, e ao mesmo tempo penso que sou sábio em me envolver com elas, as questiúnculas.

Mas mesmo assim, a vida segue em seu rumo, me vejo encabulado, muitas vezes desanimado ou desalentado com os problemas existenciais. Viver parece simples e é complicado. Mas outras vezes parece complicado e se torna simples. Vezes por pensarmos que tudo é mar de rosas sem espinhos. Vezes por focarmos somente nos espinhos e não nos lembrarmos da beleza das rosas.

Assim segue-se a vida com uma fluência nunca dantes refletida, e nós vamos indo no curso dela com uma postura nunca dantes planejada. Partimos desnorteados, sem alvos ou objetivos, sem rumo ou rumos que nos possam dar esperanças, mas partimos. Saímos de nosso lugar, saímos de nossa casa, de nosso porto, e vagamos mar adentro com somente uma certeza, a viagem tem um final, e caminhada tem um ponto de chegada. Onde, não sabemos no começo, mas podemos sabê-lo no final, então vamos adiante.

A medida que caminhamos, navegamos, viajamos, corremos, andamos descortina-se diante de nós a paz de saber que nenhum de nossos planos são realmente nossos, nunca foram. Tomamos consciência disso a medida que sobrevivemos aos percalços e dificuldades existenciais naturais, embora anormais, pois vivemos num mundo que tem uma origem e um Criador, e terá um final e um autor. Nós vivemos, ou sobrevivemos a cada dia, conscientes de muitos porquês.

Porque somos amados como somos? Porque em nossas vidas temo suma paz singular? Porque em nossos passos parecemos ter uma segurança que nossa mente não daria? Porque os que vão ao nosso lado estão presos aos mesmos objetivos que nós? Porque existe uma cruz no meio da história e também da nossa história? Porque existe um futuro em que podemos descansar no presente? Porque não sei nada do que virá e nunca me esqueço do que se foi? Muitos porquês, muitos senões, muitas dúvidas. Mas muita fé, e por isso muita paz.

Muitas vezes ecoam em meus ouvidos e vislumbram-se ante meus olhos o testemunho do apóstolo fora de tempo, Paulo me repetindo insistentemente: “Deus me escolheu como apóstolo e mestre na Igreja para anunciar a Boa Notícia do Evangelho, e é por isso que sofro estas coisas. Mas eu ainda tenho muita confiança, pois sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar, até aquele dia, aquilo que me confiou”. (II Timóteo 1.11-12). Por isso nunca desistiremos, por isso nunca desanimaremos. Deus é meu Senhor e Rei do universo. Ele é o Deus Todo Poderosos para fazer infinitamente mais do que tudo quanto peça ou mesmo imagine. Assim, amado e amada vamos seguir adiante, certos que estamos seguindo a melhor orientação, o melhor conselho, e nas melhores mãos que podemos estar. Deus seja louvado!


(Rev. Maurício Ferreira)

maio 09, 2014

Ser Mãe... Ou “O Ser Mãe”?

Ser Mãe... Ou “O Ser Mãe”?
O que significa ser mãe? Creio que a maioria de nós não entende o que isso significa. Alguns por serem homens e nem mesmo imaginar algo dessa qualidade. Outros por serem somente filhos e ainda não terem passado por esta experiência singular.

Imaginemos que ser mãe significa: primeiro viver uma vida que não é a sua; segundo conviver com uma parte sua em toda a extensão de outra pessoa; terceiro chorar por amor, chorar por alegria, chorar por satisfação, chorar por amizade absoluta e incondicional, chorar de tristeza e preocupações. Enfim, derramar lágrimas por filhos Bons, felizes, incompreensivos, intratáveis, irresponsáveis, até malvados, mas sempre, incondicionalmente filhos.

Não imaginamos mesmo coração de uma mãe, a não ser que se seja mãe. Por isso, queremos unicamente e simplesmente desejar a cada mãe de nossa Igreja e amiga muita felicidade e muita paz naquele que lhes deu este dom inefável. Pedir de Deus a graça de conduzi-las em cada sentimento, fazendo-lhes sorrir de forma inigualável, ímpar e confortadora, consoladora, pacificadora.

Mães sejam simplesmente mães, pois nós as amamos por isso, por serem mães. Não precisamos do mais nada, embora o colo, o abraço, o olhar, o sorriso, a graça de nos amarem, a dádiva de ser nosso porto sempre seguro, forte e inabalável neste mundo, seja para nós filhos sempre um bálsamo! Parabéns mamães!               

(Rev. Maurício Ferreira)

abril 16, 2014

ABRIL

Abril. Quando começa já vivemos a terça parte do ano. Quando termina, descobrimos que um quarto já se foi. Mês de transições, de reavaliações, de realinhamentos. Abril é um mês sintomático para cada ano, pois é quando olhamos e vemos nossas pegadas atrás de nós, visualizamos o quanto caminhamos. Percebemos se estamos certos ou se estamos errados, com a certeza de que se estamos certos podemos aprimorar nossa caminhada, e se errados ainda há tempo de parar e acertar, com um pouco de atraso, mas de ainda terminar com boas perspectivas.

Abril, pois é o tempo de reorganização. Temos tempo de consertar, temos tempo de repensar, temos tempo de refazer. Pois, ainda temos dois quartos do ano a ser vencida. Ainda existe tempo. Muitas vezes, não por ser o mês de meu aniversário, penso que abril nos serve de exemplo quanto a vida em si. Tanto material quanto espiritual. Vivemos sempre cheios de expectativas. Se olharmos sempre a frente teremos muitas perspectivas que se transformam em esperança dentro de corações que creem em Jesus.

Visualizemos um círculo e teremos um exemplo do que falamos. Dividamo-lo em quatro e nos veremos no começo de abril, dividamo-lo em três e estaremos no fim deste mês abençoado. Agora quero chamar sua atenção para a nossa vida espiritual. Nela não sabemos quando estamos na terça parte, e nem tampouco se já ultrapassamos a quarta parte de nossa existência, mas uma coisa sabemos, vivemos! E por vivermos estamos cada dia mais próximos do encontro com Jesus e mais longe da origem de tudo. Caminhamos para o final, para um final que poderá ser glorioso e alegre ou não. Por isso chamo a atenção.

Chamo a atenção, pois é tempo de olharmos para nossos corações, para vermos o que o motiva, para sentirmos o que o envolve, e para vermos o que se deseja. Pensa! Pensemos na nossa vida, pois o nosso abril já chegou, independente da noção que temos em relação ao tempo espiritual. Pensemos que cada um dos dias que vivemos é o tempo de avaliarmos como estamos vivendo, também de conserto, de refazermos nossos cálculos existenciais, repensarmos e reorganizarmo-la. Como podemos fazer isso?

Deus nos deu o seu espírito. Como também nos legou o Espírito Santo. Portanto, vivemos com o Emanuel, Deus que habita em nós, e por isso, temos uma substancial ajuda e amparo quando entendemos que aquilo que faz separação entre nós e Deus já é claramente, graça de Deus sobre nós. Olhemos pra vida e deixemos o pecado. Olhemos pra vida e busquemos a santificação. Olhemos para a vida e nos deixemos conduzir pela ação reparadora, transformadora, consoladora, confortadora e abençoada de Deus em nós. Olhemos para trás e ao invés de vermos nossos pecados, veremos a cruz. Olhemos para o passado e veremos a ação graciosa do amor divino por nós em Cristo Jesus. Olhemos para o presente e percebamos que temos um colo para nos amparar. Por isso, olhemos para o futuro é percebamos que quando o nosso ano terminar, já teremos a esperança da vitória no Senhor e Salvador Jesus Cristo. Já teremos um alvo de vida e alegria. Já poderemos visualizar tudo que nos foi prometido, pois estamos caminhando pelo novo e vivo caminho que Jesus Cristo nos abriu ao morreu na cruz por nós.

Assim, termino conclamando todos a pensar nesta obra libertadora de Jesus. Ele fez diferença na história da humanidade, para que tenhamos para onde olhar em todo tempo que desejarmos avaliar a nossa caminhada. A cruz é a maior realidade de vida que temos. A cruz nos leva a ressurreição, nos leva a ascensão e nos coloca assentados a destra do Pai, junto ao Cordeiro Santo que intercede por nós. O Pai continua assentado no trono, o Filho continua abrindo os selos do livros ao seu redor e o Espírito Santo continua entre nós como o paracletos divino. Descanse no Senhor, Ele é Soberano eternamente. Deus abriu o nosso abril para que refaçamos nosso caminho em Cristo Jesus, creia!


(Rev. Maurício Ferreira)

março 29, 2014

ANO DE ELEIÇÃO

Eu fico muito preocupado quando chegamos a anos de eleição no Brasil. Geralmente são tempos de elucubrações intensas, mas superficiais, que no final nenhum sentido fazem para a nação e para o outro. Por isso quero pensar com você um pouco, claro sem a presunção de esgotar o assunto, mas pelo menos para chamar a atenção de nosso modus operandi nestes dias. Acabamos de passar pela alienante festa do carnaval, alguns vivem a utopia falaciosa da quaresma, mas muitos aguardam a Copa do Mundo para depois pensar em eleições. E como ficamos ante a nossa responsabilidade social?
Minha “preocupação” atente: “pré-ocupação” para este ano é duplicada por causa da Copa do Mundo no meio do ano. Pois, preocupo-me, também, com a possibilidade de o resultado de junho e julho: positivo ou negativo influenciar o nosso outubro. Preocupo-me porque este ano o povo pode ser burlado pelas festas anestesiantes e que servem única e simplesmente como lazer.

Outra preocupação deste coração pastoral é ver o povo vivendo a falta de cidadania. Mas por que se vive assim, porque não se aprendeu a viver assim. Não se aprende hoje a amar a união, o estado, a cidade em que se mora como seu lugar de viver da melhor forma possível. Aprende-se a vincular fatos ou até mesmo a falta deles na “minha” vida. Não se aprende que precisamos ter um olhar holístico sobre estas instituições além do ser humano. Elas são ocupadas pelo ser humano, mas estão acima dele. Primeiro, porque o ser humano que assume uma posição nestas instituições torna-se um “funcionário público”. Isto quer dizer que quem assume um cargo, oficio político é funcionário da união, pago pela união, e fiscalizado por ela. E quando votamos no amigo, ou no candidato que “me” prometeu emprego, uma carga de areia etc; esquece-se da nação e foca somente no egoísmo humano egolátrico. Pensa bem.

Assim, quero pensar com você sobre a sua responsabilidade de cidadão brasileiro. Você já analisou isso? As vezes fazemos greves, realizamos manifestações, sem fundamento, porque não sabemos exatamente o que desejamos, ou reivindicamos. Precisamos ter consciência de que tudo que fazemos deve glorificar o nome daquele que nos colocou na posição em que estamos. Volto a lembra-lo que você, cidadão brasileiro consciente é patrão da Excelentíssima Sra. Presidente do nosso país, e de todos os demais membros das câmaras e assembleias espalhadas por este país afora. Assim, chamo você para a sua grande responsabilidade de análise, não deixando que nada te influencie, nem Brasil campeão ou não da Copa do Mundo. Nem promessas de homens que não tem escrúpulos ou até com escrúpulos fizerem para você. Pense no país que você tem que administrar, e pode ser que tenha chegado a hora de demitir alguns funcionários e alocar outros em seus lugares. Você é responsável pela continuidade do caminhar do Brasil. Depois, não adianta ficar reclamando, pois ao contratá0los, lhes damos uma carência de quatro anos para que desenvolvam bem ou mal o seu trabalho.

(Rev. Maurício Ferreira)

fevereiro 26, 2014

ESTAMOS ALEGRES

Estamos alegres, Deus honra o seu povo. Somos muitas vezes ingratos, somos muitas vezes indiferentes. Mas não temos como não nos alegrarmos com o que Deus faz em nossas vidas, nem temos como não entendermos o que Ele realiza, mesmo que entendamos erroneamente o como. Por isso devemos glorificar a Deus pelo que Ele fez, e mais ainda pelo que Ele está fazendo através de nós.

Neste último final de semana, estivemos três dias em festa, muito felizes, e com uma indizível alegria pudemos glorificar ao nosso Deus por todos os seus benefícios para conosco. Foi uma festa linda, foram cultos com alimento espiritual muito edificante: o Rev. Ruy de Araújo Santos, MD. Presidente do Presbitério Leste da Transamazônica e pastor na Igreja Presbiteriana em Tucuruí, na sexta-feira esteve presente nos falando da parte do Altíssimo, acerca de nos lembrarmos do irremediavelmente perdido, e tomarmos rumo na vida enquanto há tempo, recebendo a graça do Senhor amoroso e misericordioso. O Rev. Iran dos Santos Medeiros, pastor na Igreja Presbiteriana em Goianésia do Pará, esteve nos outros dois dias: sábado e domingo nos trazendo a mensagem que falava do caminho do Senhor, que mesmo sendo o mais difícil e longo, é o melhor para o ser humano. É o caminha cheio de sabedoria e que nos conduz conforme a vontade do Criador ao melhor para nós.

Como é bom podermos nos reunir a dizer louvado seja Senhor Deus por tudo que tens feito entre nós. São trinta anos de uma Igreja emancipada, com uma filha e servindo a Deus por todo esse tempo. Glorifico ao Pai por isso, e rogo a Deus que continue nos abençoando realizando sua obra em nós para através de nós continuarmos a missão divina de evangelizar o mundo inteiro. Somos as mais felizes das criaturas, pois nos tornamos filhos amados, amigos de Deus, e podemos olhar para cima, todas as vezes que estamos alegres, felizes neste mundo.

Estamos alegres, pois ao completarmos trinta anos percebemos que ainda temos uma grande obra a ser realizada, e não podemos ficar olhando pro nosso Egito, mas necessitamos olhar para o as promessas de Deus para Sua Igreja, e esta está no futuro, que deve ser alcançado a cada passo que damos. Nossos quarenta anos ainda não se completaram, assim, necessitamos continuar caminhando, olhando para frente, olhando o Autor e Consumador de nossa fé para alcançarmos os objetivos divinos para nós Igreja abençoada, até amada, e para sempre amorosa.

Pare de reclamar, pare de olhar para trás, olhe pra frente, arregace as mangas de sua vese e sigamos rumo ao objetivo de Deus, que é nada menos que pregar o evangelho a toda criatura no mundo inteiro. Somos testemunha do Cordeiro, vamos fazer jus a confiança de Deus em nos ordenar que Jerusalém, toda Judéia, Samaria e os confins da terra sejam atingido. Tudo isso! Sem nos esquecermos do “tanto em Jerusalém, quanto...”. Comecemos por aqui, vamos levar a Palavra viva de Deus a +Um amado(a), já! Comecemos imediatamente! Aleluia, estamos alegres pois Deus continua a nos abençoar!

(Rev. Maurício Ferreira)