maio 30, 2025

A CONSUMAÇÃO, VIRÁ!

 O último e os últimos.

No último mês do começo dos demais que virão iniciamos um turbilhão de imagens de saudade e ao mesmo tempo de esperança. Junho é o sexto mês do ano, o último do primeiro semestre, da metade do ano. Por isso com toda simbologia nos vem ao coração algumas reminiscências que nos levam a refletir o quão relevante fomos neste ano, tentamos buscar na profundidade do nosso id e subconsciente para entendermos se está sendo proveitoso o tempo em que estamos vivendo ou se não, o que provoca um misto de desespero. Mas, não podemos, tampouco devemos desanimar, por quê?

Porque andamos sob a mesma senda que vive o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Ele nos diz que não desanimemos, pois Ele venceu o mundo, enfim, venceu tudo e todas as dificuldades que possam advir ao nosso coração. Jesus é vencedor o por meio de seu amor inefável faz de nós mais que vencedores nos diz a Bíblia. Portanto, caminhemos adiante, como deve andar o crente, todo aquele que tem fé, para frente. Olha para o monte, veja donde virá o socorro e crendo continue, pois existe uma outra avaliação que nem imaginamos, ela está na consumação dos séculos, no fim dos tempos, quando estaremos diante do Cordeiro, do Rei dos reis e Senhor dos senhores Jesus Cristo para recebermos o prêmio da soberana vocação de cada um de nós. Avante crente! Então?

[Rev. Maurício Nascimento.]

maio 02, 2025

CERTEZA E INCERTEZA...

 Morte... o certo e incerto

“Lembre-se do seu Criador nos dias da sua mocidade, antes que venham os dias maus, e cheguem os anos em que você dirá: ‘Não tenho neles prazer.’” (Eclesiastes 12.1ss). Iniciando com este versículo o pregador nos leva a pensar em algo que é irremediável na vida do ser humano: a morte.

A cada dia que passa nos aproximamos dela. “antes que se escureçam o sol”; “do dia em que tremerem os guardas da casa”; “se curvarem os homens que no passado eram fortes”; “cessarem os moedores da sua boca”; “se escurecerem os que olham pelas janelas, os seus olhos”; “filhas da música, começarem a desaparecer”; “quando você tiver medo do que é alto”; “e quando você perder o apetite”; “Porque o ser humano vai à morada eterna”; “os pranteadores andarão rodeando pela praça”; com estes trechos nos vemos a certeza do morte. Mas a morte tem ainda o seu conceito de incerteza: “antes que se rompa o fio de prata, e se despedace o copo de ouro, e se quebre o cântaro junto à fonte, e se desfaça a roda junto ao poço”; incerteza porque sabemos que morreremos, mas não sabemos como, o como é sempre incerto.

Vamos morrer, inevitavelmente isso é certo e ao mesmo tempo é incerto. Certo porque morreremos, incerto por não sabermos como isso acontecerá, se naturalmente ou não, não sabemos. Temos na verdade uma certeza nossa vida está nas mãos de Deus, ouçamos Jó “Nu saí do ventre de minha mãe e nu voltarei. O Senhor o deu e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor!” (Jó 1.21).

[Rev. Maurício Nascimento.]