julho 25, 2024

SEGUNDA CHANCE...

 Você leu o artigo anterior?

     Semana passada fiz um apelo para que não lesse aquele artigo, hoje pergunto: você leu o artigo? Se leu me desobedeceu [riso]. Se não leu, só perdeu.

     Se leu você ganhou ao saber que quando a escrevemos é para mostrar o quanto somos amados, pois foi por amor que Deus enviou seu Filho Unigênito ao mundo para nascer por amor a nós e descobriu que Deus fez uma obra completa em Cristo Jesus que morreu na cruz por nós.

Se você leu vai entender a regeneração que é realizada pelo Espírito Santo que veio morar em nossos corações, mudou-o de pedra para carne, de insensível para sensível à mensagem da cruz e ao arrependimento ante o ato amoroso de Cristo, para salvar todo aquele que nele crer.

Assim, se leu o artigo pastoral, viu que existe uma proposta de justificação vinda do coração de Deus, que a decreta em Jesus Cristo que está assentado à destra do Pai e intercede por aqueles que nEle crê a partir do entendimento de um amor que nos constrange a amar também.

Se não leu, perdeu, porque foi mais um artigo que fala das coisas de Deus, sobre a salvação que Deus propicia desde a eternidade a todos que creram, creem e crerão em Jesus Cristo como nosso salvador e Senhor eterno.                                          

{Rev. Maurício Nascimento.}

 

julho 17, 2024

NÃO LEIA ISTO...

 Não leia este artigo.

     Nossa proposição hoje é não leia esta pastoral porque quando a escrevemos é para mostrar o quanto somos amados, pois foi por amor que Deus enviou seu Filho Unigênito ao mundo para solucionar a questão do pecado no mundo. Deus fez uma obra completa, plena e absolutamente amorosa em Cristo Jesus que morreu na cruz por mim e por você.

Não leia esta pastoral, porque ela vai te falar sobre a regeneração que é realizada pelo Espírito Santo que vem morar em nossos corações, mudando-o de pedra para carne, de insensível para sensível à mensagem da cruz e ao arrependimento ante o ato redentor de Cristo, para a salvação.

Não leia esta pastoral, porque ela fala de uma proposta de justificação provinda da graça maravilhosa de Deus, que a decreta ao ouvir a proposta de Jesus Cristo que está assentado à destra do Pai e intercede por aqueles que nEle crê a partir do entendimento do amor que nos constrange a amar como o Senhor nos ama perfeitamente.

Sim, não leia esta pastoral, porque ela é mais uma vez um artigo que fala das coisas de Deus, e talvez você não se interesse pela salvação que Deus propicia desde a eternidade a todos que creram, creem e crerão em Jesus Cristo como nosso salvador e Senhor eterno.

{Rev. Maurício Nascimento}

julho 12, 2024

E SE O SENHOR NÃO...?

 E se o Senhor não responder?

Muitas vezes pensamos de forma negativa sobre as coisas de Deus: se ele se calar, se ele não responder, se ele não edificar, não vigiar a cidade etc. e o fazemos porque nossas mentes limitadas terminam por limitar também o ilimitado Deus, Senhor do Universo, tudo e todos.

Assim, caminhamos como Paulo ao questionar o Senhor em II Coríntios 12.8: “Por causa disto, três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim.” Nos esquecemos de observar quem é o nosso Deus, Senhor, criador, sustentador e salvador. Se Deus não responder é porque nós não estamos sintonizados devidamente para ouvi-lo, pois Deus jamais se cala, nunca nos deixa sem uma resposta, seja ela qual for: positiva ou negativa, porque ele é o nosso Pai e tem uma atenção especial e pessoal para com cada um de seus filhos.

 Olhemos para a cruz e entendamos a forma como Deus nos responde sempre. Ele se ocupa com a nossa miserabilidade e de forma compassiva nos responde e atende com o mel da rocha, com o melhor que podemos esperar, mas sempre segundo a sua Santa e bendita vontade. Não subestimemos a grande majestosa e soberana de Deus. Não murmuremos ante a aparente demora de uma resposta, ele vai responder se não ainda. Portanto, entendamos que vivemos sob a “graça que nos basta”.

{Rev. Maurício Nascimento.}

junho 28, 2024

METADE...

 Uma metade para viver.

Assim o muro ficou pronto até a sua metade. Está pronto até a metade, mas ainda fata a outra metade. Chegamos ao meio do ano, mas ainda faltam seis meses de dois mil e vinte e quatro. Metade é sempre uma obra inacabada, metade é sempre uma possibilidade de esperança, mas também de dever parcialmente cumprido. Significa também que estamos caminhando, e mesmo que o caminho seja longo ou curto ainda não alcançamos o alvo que nos foi traçado pelo Senhor da Igreja. Assim, continuemos animados, revigorados, pois ainda temo metade do caminho a percorrer.

Se pensarmos na menor unidade de tempo chamada dia, podemos entender que cada dia será um dia vivido ou a se viver. Levando isso para unidades mais extensas veremos que se faz igual, assim, portanto a metade de um ano é o tempo que vivemos e fizemos a história e a outra metade será o tempo que presumimos viver para a glória do Senhor. Olhando pelo prisma da vida, o que se foi já passou e o que será, ainda não é, portanto Jesus nos ensina a vivermos o hoje, sempre na expectativa do amanhã, esperança e na certeza do ontem, saudade.

Mas, o tempo vivido, trabalhado e realizado é um tempo completo e o tempo a se viver, deve ser também completo, pois ele está escrito e determinado no coração e plano divino, vivamos e esperemos, pois. Deus fez todo tempo, nós devemos aproveitar todo tempo que Ele nos dá.

{Rev. Maurício Nascimento}

 

junho 19, 2024

DEUS PROVIDENTE...

 Deus cuidando sempre de nós.

Lendo Neemias 8.3 “Esdras leu o livro em voz alta, diante da praça que fica em frente ao Portão das Águas, desde o amanhecer até o meio-dia, na presença dos homens, das mulheres e dos que podiam entender. E todo o povo tinha os ouvidos atentos ao Livro da Lei.” Perceberemos que o povo não estava à sua revelia, mas sob o cuidado divino detalhadamente. Entendemos que nenhum detalhe foi omitido na reconstrução da honra de Jerusalém e seu povo após o retorno do cativeiro babilônico. As casas, o Templo e agora os muros foram reconstruídos.

Caminhando na linda trajetória que o Senhor traçou para sua Igreja, percebemos que nada é omitido, apesar de nossos “ismos” idolátricos e enfermiços. Deus continua na condução de toda a criação e de forma especial de sua Igreja que somos nós. Deus restaura, recupera, reconstrói e guia todos os nossos passos. Deus continua sendo o Criador e mantenedor providente de seu povo, ainda hoje, e certamente para sempre.

Como Igreja do Senhor, guiada, cuidada e liberta, devemos agir obedientemente todos os nossos dias e viver para o Senhor realizando a implementação de seu Reino na terra como no céu. Devemos pregar, fazer discípulos e testificar a presença viva do Senhor em nosso coração todo tempo e em qualquer lugar que formos.

{Rev. Maurício Nascimento.}

maio 24, 2024

FAMÍLIA: CAMPO MISSIONÁRIO

 Evangelizando “Jerusalém”...

Numa perspectiva evangelística da Igreja, devemos pensar em detalhes bíblicos como: “tanto em Jerusalém” em Atos 1.8 “Mas vocês receberão poder, ao descer sobre vocês o Espírito Santo, e serão minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até os confins da terra.” Nós não prestamos a atenção nos detalhes do texto bíblico. Devemos fazer missões “até os confins” da terra, mas temos que iniciar na nossa Jerusalém.

Para nós hoje a “Jerusalém” é a nossa casa. Nossos filhos e filhas, nosso cônjuge; nossos pares ascendentes e descendentes. Existem ainda muitos lares sem definição definitiva quanto ao “Eu e minha casa serviremos a Deus” (Josué 24.15). Creio ser o desejo de todo pai e mãe ou esposo e esposa que toda sua casa sirva ao Senhor. Para que isso aconteça, necessitamos começar a evangelizar nossa casa, e levar Jesus Cristo a cada coração de cada membro de nossa família. Assim, devemos aprender que nosso primeiro campo missionário é o nosso lar.

Pensa nisso, pois evangelizar é uma ordem de Cristo Jesus, nosso Senhor e nosso salvador: sermos suas testemunhas, “tanto em Jerusalém” e até os confins da terra. Nosso primeiro nicho para testemunhar é a nossa casa, dentro da célula mãe de toda sociedade humana.                                    

{Rev. Maurício Nascimento.}

maio 10, 2024

MATERNIDADE

 Ser mãe...

Nos fala o adágio popular que “ser mãe é padecer no paraíso”. Na verdade, ser mãe é a manifestação divina na terra através de servas que dedicam suas vidas a servi-lo no exercício de um ministério único, e ao mesmo tempo trabalhoso e gratificante, pois é muito difícil não entender a grandeza que se manifesta através da vida de um filho. Gerar, gestar, dar à luz são ações que somente a grandes mulheres desejam viver em suas vidas, assim, mudemos o adágio: “Ser mãe é o Pai descer do paraíso”.

A maternidade é um ministério único, que somente seres grandiosos criados por Deus podem exercer. Este ministério segundo a Palavra divina é especial conforme nos mostra através de estéreis que geraram muitos filhos, por intervenção misericordiosa do Senhor da vida: nosso Deus. Mas ser mãe é uma tarefa muito maior que gerar, gestar e dar à luz uma nova vida, pois a vida se estende por muitos anos após o nascimento, assim ser mãe é também ser exemplo, cuidadora, orientadora, gestora de tempo e de existência social.

Deus criou a mãe. Deus a colocou no seio da família com a função de ser abençoadora de vidas: do esposo e pai de seus filhos, dos filhos gerados por ela. Daqueles que serão abençoados por seus filhos e filhas num casamento futuro. A partir do coração materno vemos a expressão do amor divino internamente e após externamente. Deus fez da mulher mãe. Mãe de grandes homens e grandes mulheres na história bíblica e na história natural. Portanto, mães são testemunhas da vida. Mães são portadoras do amor divino. Mães são gratificadas com o amor prático, físico, pessoal. Mães são perfeitas expressões da graça divina. Maria obteve não somente o amor de Jesus, mas também de seu cuidado filial. Jesus enquanto Deus e homem, expressa sua gratidão à sua mãe e cuidou dela e não a deixou sem proteção ao morrer na cruz do calvário. Mãe tem nos filhos sua extensão natural de sua vida desde a criação.

{Rev. Maurício Nascimento.}