ONDE TENTO REFLETIR ACERCA DE JESUS EM RELAÇÃO AO MUNDO AO MEU REDOR. GRATO POR SUA VISITA!
julho 26, 2024
julho 25, 2024
SEGUNDA CHANCE...
Você leu o artigo anterior?
Semana passada fiz um apelo
para que não lesse aquele artigo, hoje pergunto: você leu o artigo?
Se leu me desobedeceu [riso]. Se não leu, só perdeu.
Se leu você ganhou ao saber
que quando a escrevemos é para mostrar o quanto somos amados, pois foi por amor
que Deus enviou seu Filho Unigênito ao mundo para nascer por amor a nós e
descobriu que Deus fez uma obra completa em Cristo Jesus que morreu na cruz por
nós.
Se você leu vai entender a
regeneração que é realizada pelo Espírito Santo que veio morar em nossos
corações, mudou-o de pedra para carne, de insensível para sensível à mensagem
da cruz e ao arrependimento ante o ato amoroso de Cristo, para salvar todo
aquele que nele crer.
Assim, se leu o artigo
pastoral, viu que existe uma proposta de justificação vinda do coração de Deus,
que a decreta em Jesus Cristo que está assentado à destra do Pai e intercede
por aqueles que nEle crê a partir do entendimento de um amor que nos constrange
a amar também.
Se não leu, perdeu, porque foi mais um artigo que fala das coisas de Deus, sobre a salvação que Deus propicia desde a eternidade a todos que creram, creem e crerão em Jesus Cristo como nosso salvador e Senhor eterno.
{Rev. Maurício Nascimento.}
julho 17, 2024
NÃO LEIA ISTO...
Não leia este artigo.
Nossa proposição hoje é não leia
esta pastoral porque quando a escrevemos é para mostrar o quanto somos amados,
pois foi por amor que Deus enviou seu Filho Unigênito ao mundo para solucionar
a questão do pecado no mundo. Deus fez uma obra completa, plena e absolutamente
amorosa em Cristo Jesus que morreu na cruz por mim e por você.
Não leia esta pastoral,
porque ela vai te falar sobre a regeneração que é realizada pelo Espírito Santo
que vem morar em nossos corações, mudando-o de pedra para carne, de insensível
para sensível à mensagem da cruz e ao arrependimento ante o ato redentor de Cristo,
para a salvação.
Não leia esta pastoral,
porque ela fala de uma proposta de justificação provinda da graça maravilhosa
de Deus, que a decreta ao ouvir a proposta de Jesus Cristo que está assentado à
destra do Pai e intercede por aqueles que nEle crê a partir do entendimento do
amor que nos constrange a amar como o Senhor nos ama perfeitamente.
Sim, não leia esta pastoral,
porque ela é mais uma vez um artigo que fala das coisas de Deus, e talvez você
não se interesse pela salvação que Deus propicia desde a eternidade a todos que
creram, creem e crerão em Jesus Cristo como nosso salvador e Senhor eterno.
{Rev. Maurício Nascimento}
julho 12, 2024
E SE O SENHOR NÃO...?
E se o Senhor não responder?
Muitas vezes pensamos de
forma negativa sobre as coisas de Deus: se ele se calar, se ele não responder,
se ele não edificar, não vigiar a cidade etc. e o fazemos porque nossas mentes
limitadas terminam por limitar também o ilimitado Deus, Senhor do Universo,
tudo e todos.
Assim, caminhamos como Paulo ao
questionar o Senhor em II Coríntios 12.8: “Por causa disto, três vezes pedi ao
Senhor que o afastasse de mim.” Nos esquecemos de observar quem é o nosso Deus,
Senhor, criador, sustentador e salvador. Se Deus não responder é porque nós não
estamos sintonizados devidamente para ouvi-lo, pois Deus jamais se cala, nunca
nos deixa sem uma resposta, seja ela qual for: positiva ou negativa, porque ele
é o nosso Pai e tem uma atenção especial e pessoal para com cada um de seus filhos.
Olhemos para a cruz e entendamos a forma como Deus nos responde sempre. Ele se ocupa com a nossa miserabilidade e de forma compassiva nos responde e atende com o mel da rocha, com o melhor que podemos esperar, mas sempre segundo a sua Santa e bendita vontade. Não subestimemos a grande majestosa e soberana de Deus. Não murmuremos ante a aparente demora de uma resposta, ele vai responder se não ainda. Portanto, entendamos que vivemos sob a “graça que nos basta”.
{Rev. Maurício Nascimento.}
junho 28, 2024
METADE...
Uma metade para viver.
Assim o muro ficou pronto até a sua metade. Está
pronto até a metade, mas ainda fata a outra metade. Chegamos ao meio do ano,
mas ainda faltam seis meses de dois mil e vinte e quatro. Metade é sempre uma
obra inacabada, metade é sempre uma possibilidade de esperança, mas também de
dever parcialmente cumprido. Significa também que estamos caminhando, e mesmo
que o caminho seja longo ou curto ainda não alcançamos o alvo que nos foi traçado
pelo Senhor da Igreja. Assim, continuemos animados, revigorados, pois ainda
temo metade do caminho a percorrer.
Se pensarmos na menor unidade de tempo chamada dia,
podemos entender que cada dia será um dia vivido ou a se viver. Levando isso
para unidades mais extensas veremos que se faz igual, assim, portanto a metade
de um ano é o tempo que vivemos e fizemos a história e a outra metade será o
tempo que presumimos viver para a glória do Senhor. Olhando pelo prisma da
vida, o que se foi já passou e o que será, ainda não é, portanto Jesus nos
ensina a vivermos o hoje, sempre na expectativa do amanhã, esperança e na
certeza do ontem, saudade.
Mas, o tempo vivido, trabalhado e realizado é um tempo completo e o tempo a se viver, deve ser também completo, pois ele está escrito e determinado no coração e plano divino, vivamos e esperemos, pois. Deus fez todo tempo, nós devemos aproveitar todo tempo que Ele nos dá.
{Rev.
Maurício Nascimento}
junho 19, 2024
DEUS PROVIDENTE...
Deus cuidando sempre de nós.
Lendo Neemias 8.3 “Esdras leu o livro em voz alta, diante da praça
que fica em frente ao Portão das Águas, desde o amanhecer até o meio-dia, na
presença dos homens, das mulheres e dos que podiam entender. E todo o povo
tinha os ouvidos atentos ao Livro da Lei.” Perceberemos que o povo
não estava à sua revelia, mas sob o cuidado divino detalhadamente. Entendemos
que nenhum detalhe foi omitido na reconstrução da honra de Jerusalém e seu povo
após o retorno do cativeiro babilônico. As casas, o Templo e agora os muros
foram reconstruídos.
Caminhando na linda trajetória que o Senhor traçou para sua Igreja, percebemos
que nada é omitido, apesar de nossos “ismos” idolátricos e enfermiços. Deus
continua na condução de toda a criação e de forma especial de sua Igreja que
somos nós. Deus restaura, recupera, reconstrói e guia todos os nossos passos. Deus
continua sendo o Criador e mantenedor providente de seu povo, ainda hoje, e
certamente para sempre.
Como Igreja do Senhor, guiada, cuidada e liberta, devemos agir obedientemente todos os nossos dias e viver para o Senhor realizando a implementação de seu Reino na terra como no céu. Devemos pregar, fazer discípulos e testificar a presença viva do Senhor em nosso coração todo tempo e em qualquer lugar que formos.
{Rev. Maurício Nascimento.}
junho 05, 2024
maio 24, 2024
FAMÍLIA: CAMPO MISSIONÁRIO
Evangelizando “Jerusalém”...
Numa perspectiva evangelística da Igreja, devemos pensar em detalhes
bíblicos como: “tanto em Jerusalém” em Atos 1.8 “Mas vocês
receberão poder, ao descer sobre vocês o Espírito Santo, e serão minhas
testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e
até os confins da terra.” Nós não prestamos a atenção nos detalhes do
texto bíblico. Devemos fazer missões “até os confins” da terra, mas
temos que iniciar na nossa Jerusalém.
Para nós hoje a “Jerusalém” é a nossa casa. Nossos filhos e filhas,
nosso cônjuge; nossos pares ascendentes e descendentes. Existem ainda muitos
lares sem definição definitiva quanto ao “Eu e minha casa serviremos a Deus”
(Josué 24.15). Creio ser o desejo de todo pai e mãe ou esposo e esposa que
toda sua casa sirva ao Senhor. Para que isso aconteça, necessitamos começar a
evangelizar nossa casa, e levar Jesus Cristo a cada coração de cada membro de
nossa família. Assim, devemos aprender que nosso primeiro campo missionário é o
nosso lar.
Pensa nisso, pois evangelizar é uma ordem de Cristo Jesus, nosso Senhor e nosso salvador: sermos suas testemunhas, “tanto em Jerusalém” e até os confins da terra. Nosso primeiro nicho para testemunhar é a nossa casa, dentro da célula mãe de toda sociedade humana.
{Rev. Maurício Nascimento.}
maio 22, 2024
maio 10, 2024
MATERNIDADE
Ser mãe...
Nos fala o adágio popular que “ser mãe é padecer
no paraíso”. Na verdade, ser mãe é a manifestação divina na terra através
de servas que dedicam suas vidas a servi-lo no exercício de um ministério
único, e ao mesmo tempo trabalhoso e gratificante, pois é muito difícil não
entender a grandeza que se manifesta através da vida de um filho. Gerar,
gestar, dar à luz são ações que somente a grandes mulheres desejam viver em
suas vidas, assim, mudemos o adágio: “Ser mãe é o Pai descer do paraíso”.
A maternidade é um ministério único, que somente
seres grandiosos criados por Deus podem exercer. Este ministério segundo a
Palavra divina é especial conforme nos mostra através de estéreis que geraram
muitos filhos, por intervenção misericordiosa do Senhor da vida: nosso Deus.
Mas ser mãe é uma tarefa muito maior que gerar, gestar e dar à luz uma nova
vida, pois a vida se estende por muitos anos após o nascimento, assim ser mãe é
também ser exemplo, cuidadora, orientadora, gestora de tempo e de existência
social.
Deus criou a mãe. Deus a colocou no seio da família
com a função de ser abençoadora de vidas: do esposo e pai de seus filhos, dos
filhos gerados por ela. Daqueles que serão abençoados por seus filhos e filhas
num casamento futuro. A partir do coração materno vemos a expressão do amor
divino internamente e após externamente. Deus fez da mulher mãe. Mãe de grandes
homens e grandes mulheres na história bíblica e na história natural. Portanto,
mães são testemunhas da vida. Mães são portadoras do amor divino. Mães são
gratificadas com o amor prático, físico, pessoal. Mães são perfeitas expressões
da graça divina. Maria obteve não somente o amor de Jesus, mas também de seu
cuidado filial. Jesus enquanto Deus e homem, expressa sua gratidão à sua mãe e
cuidou dela e não a deixou sem proteção ao morrer na cruz do calvário. Mãe tem nos
filhos sua extensão natural de sua vida desde a criação.
{Rev. Maurício Nascimento.}